Para poupar no seguro automóvel deve saber qual o seguro de responsabilidade civil automóvel mais barato para o seu perfil. Este seguro é obrigatório e paga os danos causados a terceiros em caso de acidente. Dado que a apólice é igual em todas as seguradoras, o preço é um aspecto de peso na escolha da companhia.
Caso pretenda uma cobertura mais abrangente, o seguro automóvel de danos próprios permite-lhe proteger o seu veículo dos riscos de choque, colisão e capotamento, incêndio, queda de raio e explosão, ou ainda furto ou roubo, quando não exista um terceiro responsável pelos estragos.
As telefónicas mantêm a liderança na corrida dos preços de seguros automóveis, permitindo poupar até 900 euros por ano. Nos últimos tempos a única mudança parece ter sido nos preços: de Novembro para cá, registaram-se aumentos até 14% no seguro automóvel obrigatório.
Se já tem ou vai comprar um carro, sabe que para circular, é obrigado a contratar um seguro de responsabilidade civil automóvel. Este garante que, em caso de acidente do qual seja responsável, tem como indemnizar as vítimas pelos danos materiais ou físicos que venham a sofrer. Se, além destes, quiser garantir o pagamento de eventuais estragos no seu carro, entre outros, pode optar por um conjunto de coberturas facultativas: danos próprios, responsabilidade civil facultativa, ocupantes do veículo e assistência em viagem.
Para saber qual o melhor seguro, a revista da DECO/PRO TESTE analisou 14 apólices e respectivos prémios anuais e concluiu que a AMA (para profissionais de saúde e familiares), a OK! Teleseguro e a Seguro Directo são escolhas acertadas para a maioria dos consumidores que procuram seguro automóvel. Para alguns condutores, a Axa e a Allianz também são boas opções. Segundo esta revista de defesa do consumidor, a opção por estas companhias permite poupar até 900 euros por ano no seguro automóvel.
Se vai renovar o seguro automóvel obrigatório, é possível que note um aumento do prémio. Desde Novembro passado registaram-se acréscimos de 6, 9 e 14%, em média, nalgumas seguradoras, num cenário sem descontos nem agravamentos. Embora não seja possível confirmar o argumento das companhias, de que reflectem o aumento de sinistralidade nas suas carteiras de clientes – estes dados não são do domínio público e estas percentagens ficam muito acima da inflação prevista.
A culpa disto deve-se em parte ao Instituto de Seguros de Portugal, que pouco ou nada tem feito para fiscalizar o sector e resolver antigas falhas das apólices de seguro automóvel. Por exemplo, exclusões cuja interpretação é ambígua, agravamento do prémio total quando é accionada apenas uma cobertura ou por sinistros que não dependem da capacidade de condução do segurado (tempestades e roubo, por exemplo) e o facto de este ser obrigado a optar por uma oficina para arranjar o seu carro (apenas na Fidelidade Mundial).